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A pandemia do Corona Vírus pegou todos de surpresa, principalmente os empresários. Diversos setores da economia foram fortemente afetados e estão enfrentando diversas dificuldades em manter o funcionamento de seus negócios.

Alguns setores foram impedidos completamente de exercerem suas atividades e outros setores tiveram autorização parcial. O governo adotou medidas para tentar ajudar os empresários, mas tais medidas não são suficientes para todos.

Aos poucos está sendo flexibilizado o retorno das atividades, mas mesmo assim a retomada econômica levará algum tempo a acontecer.

Diante a todo este cenário, a WelcomeGroup resolveu antecipar o lançamento  da Mesa de Negócios que antes estava previsto para inicio de 2021, de forma ajudar mais rapidamente seus parceiros a passar por este momento tão difícil.

O que é a Mesa de Negócios

A Mesa de Negócios consiste em trocas de produtos e serviços entre as empresas parceiras da WelcomeGroup, de forma multilateral. Ou seja, uma empresa poderá adquirir um produto ou serviço de uma outra empresa que esteja participando da “mesa” e deixará, como forma de pagamento, seus produtos ou serviços de valor equivalente para que outras empresas possam adquiri-lo da mesma maneira. É uma permuta inteligente, onde duas empresas não precisam ser obrigadas a fazerem negócios diretamente uma com a outra.

Segundo Hugo Rodrigues, fundador da WelcomeGroup (1994): “A empresa compra o que precisa e paga com o que possui. Temos ampla experiência em realização de permutas, principalmente após o ano 2010, onde a 90% dos anunciantes da revista WelcomePlanet começaram a pagar seus anúncios em permuta com seus produtos e serviços e liquidávamos isso através do markeplance welcomeshop.com.br Chegamos a ter mais de 4 milhões em permutas acumuladas e tínhamos que dar um jeito de vender isso de forma rápida.”

Assim como acontece com os bancos tradicionais como Itaú, Bradesco, Santander, Sicoob, Banco do Brasil, existem também diversas empresas que atuam também neste setor. Uma empresa pode ter conta em diversos bancos comerciais e da mesma maneira pode participar destes grupos que promovem estas trocas. Cada uma tem suas regras e formatos de atuação e a empresa pode livremente escolher o melhor que se adapte a seus interesses e até mesmo participar de todos.

Como participar da Mesa de Negócios

Para participar da Mesa de Negócios primeiramente deverá se cadastrar no plano que julgue mais adequado plano bronze, prata ou ouro) a ser realizado diretamente no site mesadenegociosbrasil.com  e logo em seguida responder a um questionário de interesses. Neste questionário é realizado perguntas objetivas sobre os gastos da empresa com determinados produtos ou serviços, como por exemplo: Quanto a empresa gasta com alimentação de funcionários, combustível, contabilidade, detetização, advogados, transporte, viagens, uniformes. Até mesmo perguntas de gastos pessoais do empresário como dentistas, planos de saúde, salão de beleza, roupas, instituições de ensino, provedores de internet, oficina mecânica, informatica, entre outros.

Após concluir este pré-cadastro, é feito uma análise da empresa, levando em consideração principalmente suas respostas quanto aos seus interesses e também os interesses das outras empresas que já participam da mesa. Se a mesa possuir empresas que atendam aos seus interesses e o que a empresa irá oferecer na mesa de negócios for de interesse das outras empresas, acontece um “Match” e a empresa está praticamente aprovada para participar. Outros critérios também serão avaliados como qualidade de serviços já prestados, idoneidade da empresa, entre outros, de forma a evitar problemas para outros participantes.

Realização de encontros entre os participantes

O ponto mais alto da Mesa de Negócios é a promoção de encontros entre os participantes. Através destes encontros, os empresarios aumentar sua rede de relacionamento (network) e terão oportunidade de mostrar sua empresa.

Os encontros serão realizados pelo menos uma vez ao mês, tanto virtual quanto presencial (jantares, almoços, cafés da manhã, happy hour, etc…) e todos poderão participar e levar convidados.

A WelcomeGroup possui ampla experiência na realização de encontros entre empresas, fato que pode ser constatado nas mídias sociais de seus outros produtos como a rede Mulheres de Negócios. Comanda por Elayne Borel, a rede MN possui 3 grupos (Connect, Business e Bahia) com mais de 150 empresarias.

 

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Entenda como a empresa chega à situação falimentar declarada judicialmente e como é dada suas ordens de pagamentos devidos, principalmente direitos dos trabalhadores

Já se passaram mais de 4 meses desde o início do decreto de isolamento social no Espírito Santo decorrente da pandemia provocada pelo COVID-19. Nesse período muitas empresas se viram obrigadas a fechar as portas por tempo indeterminado, demitir funcionários, mudar o contrato de trabalho para home office, entre tantas outras mudanças. Porém, nem todas conseguem sobreviver ao caos econômico e decretam falência. E diante dessa situação, o que diz a lei? E sobre os direitos dos trabalhadores?

Segundo o advogado Antônio Augusto Genelhu Júnior, do Escritório Genelhu Advogados, a Lei de Falência nº 11.101/2005 trata especificamente sobre os casos de recuperação judicial, extrajudicial e da falência em definitivo de uma pessoa jurídica. “Com a pandemia, a crise financeira atingiu diversos setores e empresários que passaram a ter mais dívidas do que capital entrando na empresa, o que faz com que as suas contas entrem no vermelho, tornando o negócio economicamente inviável. Então, a empresa entra em colapso de modo que não consegue retomar suas atividades por problemas econômicos, sendo assim, a pedido do empresário devedor ou de um dos seus credores, há a possibilidade de declaração judicial de falência”, explica o advogado.

Vale ressaltar que há dois pontos importantes: empresas inadimplentes que apresentam problemas financeiros e dívidas recuperáveis, e empresas insolventes que possuem mais dívidas que ativos, não tendo mais como se recuperar economicamente.  “A Lei criou mecanismos para que o empresário possa tentar recuperar seu negócio, podendo recorrer à recuperação judicial ou extrajudicial. Decretar falência é o último passo. E só é feita depois de se passar pela tentativa de recuperação, portanto não é uma atitude tomada a qualquer hora, a qualquer tempo. É necessária toda uma análise administrativa, judicial que avaliem se realmente não há solução econômica para o negócio”, explica.

Não foi possível a preservação da atividade econômica ali exercida? Ou seja, de fato a recuperação judicial ou extrajudicial não coube ao negócio? Então como é feito o pedido de falência? Segundo Antônio Augusto Genelhu Júnioro artigo 94 da Lei de Falência Lei 11.101/2005 define situações no qual a empresa pode decretar falência dos seus negócios. Insolvência previstas no art. 94, da Lei Falimentar, extraindo-se essa presunção das hipóteses de impontualidade injustificada na satisfação das dívidas da empresa (art. 94-I), onde o devedor empresário, sem relevante razão de direito, não paga, no vencimento, obrigação líquida materializada em título ou títulos executivos, devidamente protestados, cuja totalização exceda o equivalente a quarenta salários mínimos – evitando, assim, que o processo falimentar se inicie por valor aviltante, transformando-se em mero instrumento de cobrança.

Outra situação se dá de frustração da execução (art. 94-II), onde na data do pedido de falência ou que depois de executado sem ação judicial baseada em quantia líquida, não paga, não deposita e não nomeia à penhora bens suficientes dentro do prazo fixado em lei. Ou dos atos falimentares (art. 94-III), em que tenha praticado um dos comportamentos tidos como atos de falência, que presume a insolvência econômica do empresário.

Vale lembrar que há o requisito formal que consiste na declaração judicial, isto é, da sentença que decreta a falência que, consoante previsão do art. 99 e seguintes da Lei de Falências, vem colocar a sociedade empresária, junto com seus credores, contratos e outros atos jurídicos sob as teias do regime falimentar. “Enfim, a falência é um processo de execução coletiva movida contra o empresário que se encontra em alguma das situações contempladas no art. 94, da LF e que, decisivamente, reflete na ordem pessoal, patrimonial e contratual do devedor empresário, sendo condicionada sua deflagração ao adimplemento de três requisitos, a saber: a condição de empresário, a insolvência e a decretação judicial”, explica Genelhu.

O advogado Antônio Augusto Genelhu Júnior fala sobre o que diz a Lei da falência

Mas e como fica o instituto falimentar durante o período de pandemia acarretado pelo COVID 19, no qual várias providências foram adotadas para a proteção do devedor e do empresário? Segundo Genelhu, em princípio, não houve modificação.

A Câmara dos Deputados aprovou, no mês de maio deste ano, o Projeto de Lei 1397/2020, que institui “medidas de caráter emergencial e transitórias, com vigência enquanto perdurar o estado de calamidade pública”, em princípio até 31 de dezembro do 2020, nos termos do Decreto Legislativo n. 06, de 20 de março de 2020. Porém, segundo Genelhu, a sociedade organizada e sobretudo a comunidade jurídica aguardam modificação no instituto falimentar, ainda que de caráter provisório, em especial por sua sazonalidade.

“Na expectativa de apreciação pelo Senado Federal e sanção da Presidência da República, o PL 1397/2020 estabeleceu e fixou duas interessantes linhas de ajuste emergencial no arcabouço jurídico em matéria de insolvência. De forma salutar, estabelece, no Capítulo I, uma suspensão legal e propõe a criação de um procedimento de negociação preventiva de jurisdição voluntária, inspirado no sistema francês de prevenção e antecipação de crise da empresa. Também provisoriamente, no Capítulo II, propõe importantes alterações no regime de recuperação judicial, extrajudicial e falências (Lei 11.101/2005)”, finaliza Genelhu.

Direitos dos trabalhadores

Quando a empresa decreta falência, segundo o advogado Márcio Dell’Santo, do escritório Genelhu Advogados, o funcionário pode ficar tranquilo, ele terá todos os direitos de uma rescisão sem justa causa.  “O trabalhador tem todos os seus direitos garantidos como saldo de salários e benefícios que estiverem atrasados, multa indenizatória de 40% do FGTS, férias vencidas e férias proporcionais com acréscimo de 1/3 constitucional, 13º salário, e saque do FGTS. Inclusive, ele terá direito ao seguro-desemprego, desde que ele esteja dentro do período de carência exigido para a obtenção dos valores”, explica.

O advogado Márcio Dell’Santo fala sobre os direitos trabalhista após a falência das empresas

Dell’Santo ainda ressalta que para garantir seus direitos em situação como de falência, é importante o funcionário se resguardar e ter em mãos toda documentação necessária, desde Carteira com registro da empresa, entre outros documentos que provem seu vínculo com a empresa. “Caso a empresa se negue a pagar o que deve, por direito, ao seu funcionário, ele poderá entrar com processo na justiça do trabalho para ter seus direitos garantidos”, afirma.

Vale lembrar que, legalmente, em caso de falência, os créditos trabalhistas serão sempre priorizados nos pagamentos devidos pela empresa, sendo que este valor não pode ultrapassar a 150 salários mínimos.

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Em meio à pandemia, os golpes têm aumentado na praça. Várias pessoas estão sendo vítimas de golpistas que tem clonado números de whatsapp de pessoas e mandando mensagens pedindo dinheiro. Esta semana mesmo, a assistente financeira Manuela Diniz recebeu uma mensagem de uma pessoa que tem contato pedindo uma transferência, porém não era a pessoa, e sim o número clonado. Ela desconfiou e não caiu no golpe.

O mesmo golpe aconteceu com o cirurgião plástico Jefferson Vaccari, que no último dia 06 teve o whatsapp do consultório em que ele atende seus pacientes clonado. “Colocaram a logo do consultório na foto do perfil do Whatsapp e começaram a entrar em contato com algumas pessoas pedindo para fazerem depósitos em contas de banco”, explica o cirurgião plástico.

Além disso, outros médicos estão sendo vítimas de outra forma. As fotos de alguns deles estão sendo utilizadas em outros números de celular e estas pessoas pedem transferências como se fossem os profissionais. A dermatologista Karina Mazzini já passou pela situação duas vezes em menos de 15 dias. “Pegam minha foto na internet e colocam em outro número e enviam mensagens pedindo dinheiro. Já fiz boletim de ocorrência sobre o caso”, explica Karina.

O advogado Yago Andrade Motta orienta que, em primeiro lugar, quem passar pelo problema deve avisar as pessoas mais próximas que sofreu um golpe. Em seguida, o ideal é juntar provas para registrar um B.O na delegacia de defraudações. “Leve como prova, por exemplo, uma folha impressa com as capturas de tela que seus amigos ou clientes fizerem da conversa que tiveram com o suspeito que está se passando por você”, diz ele.

Em caso de clonagem, tal como ocorre quando os golpistas conseguem o código de ativação do Whatsapp, é possível pode enviar um e-mail para support@whatsapp.com com o título/assunto junto com o seu número, com DDD e código do país, por exemplo, de “conta roubada / +5527 9999-9999”. No corpo do e-mail, você pode escrever apenas “favor bloquear a conta do nº (do título)”.

“Tenha em mente que a resposta do e-mail que virá será automática, e pode pedir para que você reenvie um e-mail confirmando o pedido de bloqueio. Após alguns minutos ou horas da confirmação pelo suporte do Whatsapp, você poderá novamente requisitar um código de ativação pelo seu celular e readquirir o controle sobre sua conta”, explica o advogado.

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Muito se ouve falar de ‘Ozonioterapia’, mas dúvidas surgem no ar, sobre se realmente o tratamento é eficaz, afinal quando falamos da substância ‘ozônio’, logo vem à mente a ‘camada de ozônio’, não é mesmo? A biomédica especializada em ‘Biomedicina Estética’ Juliana Pedrosa Sarmento esclarece algumas questões, como a princípio o que é o Ozônio. “O gás ozônio é o terceiro gás mais presente na atmosfera e o seu uso teve início na Primeira Guerra Mundial, na Alemanha. O vapor do ozônio foi utilizado em feridas e lesões de soldados e perceberam que o resultado foi positivo, como redução de amputações”, explica Juliana.

Assim, os estudos em relação às propriedades medicinais do gás evoluíram. “O ozônio medicinal é uma mistura do gás oxigênio com o gás ozônio usados na saúde integrativa de várias formas”, afirma a biomédica. Acreditando no potencial dos tratamentos, começa a funcionar no final do mês de julho, em Vila Velha, a “PB Saúde Integrativa”, clínica comandada por Juliana e pela terapeuta capilar naturalista Paula Breder.

“Vamos oferecer a Ozonioterapia na prática integrativa, na estética como tratamentos corporais e capilares, além de tratamentos de doenças infecciosas, inflamatórias e degenerativas”, afirma a terapeuta capilar naturalista Paula Breder. “Neste momento que estamos vivendo é um desafio inaugurar a primeira clínica especialista neste tratamento, porém é incentivador, por ser um momento em que as pessoas vão prezar mais ainda pela saúde e pela busca de tratamentos eficazes no aumento da imunidade, como a Ozonioterapia oferece”, pontua Paula. A clínica “PB Saúde Integrativa”, vai funcionar no Centro de Vila Velha e seguirá todos os protocolos de segurança recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para atendimento.

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A pandemia assim como outras crises afetam gravemente a saúde de uma empresa. “Contudo, uma má gestão é o fator que mais contribui para que, de fato, um negócio feche as portas”. É o que afirma a Administradora especialista no fomento às políticas públicas voltadas para as micro e pequenas empresas, Fabrine Schwanz.

De acordo com ela, a gestão empresarial consiste em um conjunto de ações e estratégias com objetivo de subsidiar os empresários no processo decisório e na potencialização dos resultados. “Com uma gestão profissional é possível antever os riscos do negócio, traçando estratégias para a superação dos desafios, aumentando a resiliência dos negócios diante de períodos turbulentos”, explicou.

Segundo a pesquisa “Causa Mortis” promovida pelo Sebrae, que avalia as principais causas de sucesso e fracasso das empresas em seus primeiros cinco anos de vida, a falta de planejamento prévio, de gestão empresarial e de comportamento empreendedor são os principais fatores que contribuem para o fechamento das empresas. Foi identificado que para 72% das empresas que permanecem em atividade, o gestor possuía experiência prévia ou conhecimentos no ramo de atividade.

E o que fazer para aprimorar a gestão e reduzir o risco dos pequenos negócios fecharem as portas? É importante buscar ajuda especializada: consultores ou empresas habilitadas pelo conselho, que apoiem a empresa atuando desde a elaboração de um plano de negócios que contribua efetivamente para seu sucesso, até o apoio no fornecimento de ferramentas de gestão, que auxiliem o empreendedor na tomada de decisões e na condução da empresa.

“A princípio o empreendedor pode achar que dá conta sozinho, que é um gasto desnecessário. Mas diante da complexidade da situação ou falta de preparo do empreendedor, contar com ajuda especializada pode ser definitivo para o sucesso ou insucesso de seu negócio, ficando claro o quanto é um investimento”, apontou a Fabrine Schwanz, também conselheira no Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES).

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Com o isolamento social, o presente para celebrar o Dia dos Pais ganhou uma repaginada. Antes, os mimos eram mais pensados para o uso individual. Com a pandemia, os produtos para presentear têm um novo foco: proporcionar momentos em família já que todos estão em casa.

Pensando nisso, a empresária Rachel Pires, da Nuvem Sublimação, elaborou o kit Cine em Casa. Diferente, esse presente consiste em uma manta, duas capas de almofadas e um foto imã cabine adesivado. “A nossa intenção é levar memórias afetivas num ambiente aconchegante, fazer com que pais e filhos tenham uma boa sessão de cinema, desfrutem da companhia um do outro e lembrem com todo carinho dessa data”, contou.

Além disso, ela lembrou que as pessoas também não estão fazendo mais as refeições em restaurantes. “Aquele almoço de Dia dos Pais, esse ano, talvez não seja possível para muitas famílias. Por isso, pensamos também em uma linha home para essas ocasiões”, disse.

Segundo ela, trata-se de um kit contendo sousplast, guardanapos e jogo americano. “São três opções de estampas voltadas para o público masculino. Vai dar para fazer uma refeição super charmosa para o papai mesmo que seja em casa”, acrescentou Rachel Pires.

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O segundo alto-forno da ArcelorMittal Tubarão, um dos três instalados na empresa, será religado no dia 26 deste mês de julho. O equipamento, com capacidade para produção de 1,2 milhão de toneladas de ferro gusa/ano, estava paralisado desde o ano passado, quando passou por uma ampla reforma de manutenção e permaneceu parado em virtude da instabilidade nos cenários econômicos nacional e internacional.

Além dele, continua operando na usina o Alto-Forno 1, que tem capacidade produtiva de 3,5 milhões de toneladas/ano. Já o terceiro equipamento foi desligado em abril deste ano e permanecerá fora de operação, aguardando eventuais mudanças no cenário econômico e na demanda de aço no Brasil e no mundo.

Profissionais de unidades de outros países do Grupo ArcelorMittal estão auxiliando no processo de religamento. A volta do Alto-Forno 2 será para atender principalmente ao mercado externo, cujos clientes começam a retomar gradualmente o consumo, e para garantir a otimização operacional da planta.

Assim como tem feito em toda a sua operacionalização desde o início da pandemia do Novo Coronavírus, o processo de religamento do Alto-Forno 2 da ArcelorMittal Tubarão está seguindo rigorosamente todas as orientações e protocolos recomendados pelas autoridades da área de saúde para controle da disseminação da Covid-19 entre seus empregados e terceiros. Isso inclui, entre outras ações, distância de segurança em todas as salas de controle, com marcação no solo para sinalizar; distanciamento seguro nos ambientes coletivos, incluindo os refeitórios e veículos, reforço nas ações de higienização dos espaços internos e desinfecção de ferramentas de uso coletivo utilizando lâmpadas de UV-C.

Além disso, a empresa continua com a implantação do teletrabalho para as funções administrativas, distribuição de máscaras de tecido para usar no transporte coletivo e dentro da usina, medição da temperatura de todos que acessam à empresa, disponibilização de atendimento psicossocial extensivo aos familiares e intensificação das campanhas orientativas (mais de 200 peças publicitárias e 20 vídeos informativos).

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Em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19), vários segmentos estão se adaptando para uma nova realidade. Seguindo esta linha, o Governo do Estado do Espírito Santo está promovendo, pela primeira vez, um leilão totalmente digital – organizado pelo leiloeiro Pietrangello – com oferta de veículos e bens inservíveis de propriedade do governo. Os lances podem ser feitos até o dia 20 de junho, pelo site www.pietrangello.com.br.

Podem participar do leilão pessoas físicas e jurídicas, com exceção dos parentes do leiloeiro e da Comissão de Leilão. O Leiloeiro Público Oficial, Pietrangello, explica que, como o leilão será realizado em sua totalidade de forma digital, a plataforma conta com registro em Blockchain, uma inovação no mercado de leilões on-line no Brasil. “Esta é mais uma tecnologia que estamos utilizando para dar mais segurança à nossa plataforma e, com isso, garantir aos nossos clientes mais tranquilidade na hora de realizar seus lances”, afirma.

Serão ofertados 189 lotes, sendo 93 veículos, 18 motos, um ônibus e um caminhão, além de 76 lotes de bens móveis. Com lances a partir de R$50,00, a expectativa do Governo do Estado é arrecadar cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos. Os interessados podem realizar a visitação aos bens móveis e veículos ofertados entre os dias 8 e 19 de junho, das 9 às 15 horas, no local em que os itens se encontram. Não é necessário agendamento, mas o uso de máscaras é obrigatório.

Novidade

A tecnologia utilizada nesse leilão eletrônico é a Rede Blockchain de Leilão. A mesma do Marketplace Beedz e do Bom Valor, que tem entre seus fundadores o mesmo criador da Superbid, Ronaldo Sodré Santoro.

Serviço

Leilão on-line de veículos e bens inservíveis do Governo do Estado do Espírito Santo – De 20 de maio a 20 de junho.

Mais informações em: www.pietrangello.com.br , e nos telefones (27) 99944-0405 e (27) 99944-7575.

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Está aberto para lance o primeiro leilão 100% online do Governo do Estado do Espírito Santo. A modalidade totalmente digital foi adotada devido a pandemia do COVID-19. Os lances foram iniciados no dia 20 deste mês e se encerram no dia 20/06/2020 onde serão leiloados veículos e bens inservíveis de propriedade do governo.

O leilão está sendo realizado pelo leiloeiro Pietrangello Rosalém, através do site http://www.pietrangello.com.br. Podem participar do leilão pessoas físicas e jurídicas, com exceção dos parentes do leiloeiro e da Comissão de Leilão.

Como o leilão será realizado em sua totalidade de forma digital a plataforma conta com registro em Blockchain, uma inovação no mercado de leilões on-line no Brasil. “Esta é mais uma tecnologia que estamos utilizando para dar mais segurança à nossa plataforma e com isso garantir aos nossos clientes mais tranquilidade na hora de realizar seus lances.”, explica Pietrangelo Rosalem, Leiloeiro Público Oficial.

Serão ofertados 189 lotes, sendo 93 veículos, 18 motos, um ônibus e um caminhão, além de 76 lotes de bens móveis. Com lances a partir de R$50,00, a expectativa do governo é de arrecadar cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

Os interessados poderão realizar a visitação aos bens móveis e veículos ofertados entre os dias 8 e 19 de junho, de 9h às 15h, no local em que se encontram. Não é necessário agendamento, mas o uso de máscaras é obrigatório.

Novidade

A tecnologia utilizada nesse leilão eletrônico é a do Marketplace Beedz e do Bom Valor, Rede Blockchain de Leilão que tem entre seus fundadores o Ronaldo Sodré Santoro, o mesmo fundador da Superbid.

Serviço

Leilão on-line de veículos e bens inservíveis

Data: de 20 de maio a 20 de junho

Mais informações: http://www.pietrangello.com.br

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Campanha incentiva consumo local

Diante da pandemia do Covid-19, e com o fechamento total do comércio durante quase dois meses, o setor do vestuário capixaba sofreu fortes impactos nas vendas. De acordo com pesquisa realizada pela Premium Opinião Pública com 50 empresas locais no mês de maio, 96% tiveram redução nas vendas, sendo que 20% zeraram as vendas, e outros 54% tiveram uma redução de 61% ou mais nas vendas. Entre as demissões, 60% das empresas já o fizeram.

Em virtude deste cenário, a Câmara do Vestuário criou uma campanha para incentivar as marcas locais e o consumidor a valorizar o vestuário capixaba: “Moda Capixaba: Eu apoio. Eu compro. Eu uso.”

A indústria têxtil sempre foi representativa na economia capixaba. A Câmara do Vestuário da Findes congrega seis sindicatos empresariais do Estado do Espírito Santo, que representam 1000 empresas, que de forma direta e indireta empregam cerca de 30 mil profissionais, com impacto em mais de cem mil capixabas.

“O setor do vestuário abrange todo o Estado e com esta campanha queremos fazer um conjunto de ações que potencialize a indústria da moda criativa, que envolve não só o lojista, mas toda uma cadeia produtiva, desde a costureira, o estilista, a estamparia, o design, vendedor, oferecendo mais inclusão social”,  afirma o Presidente da Câmara do Vestuário, José Carlos Bergamin.

O movimento visa atingir 200 lojas que serão adesivadas com a marca da campanha que conta com as cores da bandeira do Espírito Santo, além de camisas que serão distribuídas para os lojistas, a fim de incentivar o consumo de produtos da indústria capixaba.  “Precisamos sensibilizar o consumidor quanto à importância de não só andar na moda e sim, ajudar uma cadeia produtiva que envolve milhares de pessoas que trabalham no setor”, explica Bergamin.

Ainda, segundo a pesquisa, a expectativa de faturamento para o 2º trimestre e semestre de 2020, comparado a 2019, é de redução para 92% e 90%, respectivamente. A redução no 2º semestre será maior ou igual a 61% para 83,7% das empresas. “Essa expectativa está alinhada com o fechamento de empresas do setor, uma vez que 64,6% acreditam que pelo menos 21% das empresas fecharão”, pontua.

Sendo assim, a campanha “Moda Capixaba. Eu apoio. Eu compro. Eu uso” não tem prazo para terminar. “A ideia é que a ação dure o ano todo, com motes nas datas comemorativas como Dia dos Namorados, que já está bem próximo, Dia dos Pais, Dia das Crianças, até o Natal auxiliando cada vez mais o setor que teve uma redução drástica por conta da pandemia”, completa o presidente da Câmara do Vestuário. Quem quiser aderir à campanha, só entrar em contato pelas mídias sociais ou pelo e-mail:  modacapixaba@premium.srv.br

 

https://www.facebook.com/Moda-Capixaba-103215474759005/

https://www.instagram.com/euapoioamodacapixaba/

 

 

Realização Câmara do Vestuário e Findes; Um Projeto: Premium Opinião Pública

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